A Lenda do Monge, do Monastério e do Silêncio dos Inocentes

O monge Pedro entrou no monastério de inspiração Carmelita, de irmãos que observam um voto perpétuo de silêncio, quebrado uma vez a cada três anos, quando eles podiam se dirigir ao mestre máximo, por no máximo 10 segundos.
Foram anos de dificuldades. Fome, frio, orações sem fim, regime disciplinar rígido. Três anos depois, Pedro pôde falar pela primeira vez com o mestre Supremo. “pai, tenho fome” disse ele. O mestre nada respondeu, mas pelos anos seguintes Pedro recebeu uma colherada adicional de arroz em seu desjejum. Veio o inverno, especialmente severo nos Alpes e, três anos depois, Pedro mais uma vez viu-se diante do mestre. “pai, tenho frio” disse ele. O mestre nada respondeu, mas ao voltar ao seu quarto, havia uma fronha adicional em seu leito, embora rasgada e muito fina.
Três anos se passaram e Pedro viu sua fé testada pelo rigor do isolamento, os longos silêncios quebrados apenas pelos cantos gregorianos que abriam os ofícios do dia. Assim, três anos depois – e nove anos depois de sua entrada, Pedro viu-se diante do mestre “Pai, vou embora” disse ele com a voz trêmula de emoção. O mestre supremo olha para ele e responde: “Pode ir. Porra, desde que você entrou aqui você só reclama”
Moral da história: Não tem moral, não, Mané. É uma porra de uma piada velha pra cacete, requentada por falta de assunto. Pode ir. Desde que você entrou nesse blog só reclama dos textos. Bundão do caralho.

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