A Interview Brasileira

Dio Mio! O Dio Wehrmacht insiste para que eu dê o nome da veterana (mas ainda Muuuuiiito comível) atriz que ia buscar seu próprio pó no morro. Consta que o dealer fazia a deusa cheirar a primeira carreira diretamente de seu pênis, só pra mostrar quem mandava no pedaço.
Não quero advogados em cima de mim, então não conto.
Foi por causa de revelações como essa que a divertidíssima revista Interview brasileira (por sinal, a fonte da informação que nego ao Dio) fechou: Por dar nome, RG, CPF, sinais corporais e tipo sanguíneo aos bois.
Seu principal repórter era uma atração nas noites cariocas: onde ele aparecesse, havia pelo menos 15 membros do high society querendo espancá-lo. Alguém sugeriu distribuir senhas para organizar a ordem das porradas.
Uma das histórias que ele publicou, sem poupar a identidade de ninguém, foi o romance entre um ex-galã e agora diretor de TV e um dos pilares da MPB. Até aí, nada demais, não fosse o fato do diretor ser também casado com uma estrela da emissora, por sinal uma das mulheres mais lindas que já vi (e a vi 3 vezes, ao vivo. Acreditem. Chamar de deusa é um understatement)
E você se achando eclético porque come feijão com banana, nénão?
Pois é, o caso acabou, aparentemente o diretor gostava de humilhar publicamente o músico, chamando-o de burro, o músico bebia um pouco demais, etc. The end of a love affair, cantava o Johnny Hartman. A deusa também se despediu dele.
Certo dia, o mesmo diretor dá uma entrevista reclamando do baixo padrão da TV brasileira. Como exemplo, cita o programa do Ratinho. Bem, Ratinho é conhecido por muitas coisas. Classe e elegância não estão entre elas. No programa seguinte, Ratinho se aproxima da câmera e dá o troco, dizendo: “Fulano (nome completo): Eu não falo dos teus programas. Fica na sua senão eu vou contar umas histórias que eu sei a teu respeito”. Ao fundo, a trilha era uma canção que falava de corações e estudantes. O diretor não voltou a falar do apresentador e Ratinho voltou a fazer seus animados testes de DNA.
Tivesse convidado o FHC para participar do quadro, teria poupado o ex-presidente de uma série de aborrecimentos…

6 Respostas para “A Interview Brasileira

  1. Tarso encontrava com um amigo meu na noite paulista, já no final de sua jornada. “sente me bafo ” dizia ele, dando uma baforada na cara do incauto. “câncer de fígado” anunciava ele depois.
    Grande figura…

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