Copa do Mundo: Eslovênia Já é a Campeã Moral

Este blog tomou uma decisão: Como não temos saco para futebol, acompanharemos EXCLUSIVAMENTE os movimentos da Seleção da Eslovênia.

Não queremos saber de nenhum outro time. Não comentaremos sequer o desempenho de seus adversários.

Como todos sabem, o treinador da seleção eslovena é o eslavo Matjaž Kek.

Kek começou desde muito cedo na arte futebolística.

Desde o ventre, Kek já chutava muito, a ponto de ter provocado o deslocamento do útero de sua mãe, Marian Kek, cozinheira eslovena especializada no preparo de rúcula gratinada, um prato odiado pelos eslovenos e que provocou sua demissão de sucessivos restaurantes.

Os frequentes períodos de desemprego da mãe fizeram com que Kek tivesse uma infância pobre e infeliz, já que o tempo ocioso de sua progenitora era ocupado por aperfeiçoamentos no preparo de rúcula.

Ainda assim, isso nunca o afastou do amor materno: “Ela me tratava como um filho”, costuma afirmar Kek comovido.

A primeira paixão de Kek foi o polo aquático.

Infelizmente, sua recusa em disputar o esporte dentro da água mostrou-se intransponível e ele buscou  alternativas, tais como o dominó, o canto gregoriano, o teatro kabuki, a pintura abstrata, a literatura beat infanto-juvenil, a masturbação solo e, finalmente,  a masturbação coletiva, sendo que a última o tornou imensamente popular nos ginásios de Liubliana, a capital eslovena e abriu caminho para suas incursões futebolísticas.

Seu estilo agressivo fez com que Kek fosse comparado ao craque esloveno Ilano Svslokysnsd, conhecido pela incapacidade de fazer gols e pela disposição de espancar os guardadores de automóveis ao redor dos estádios, como forma de extravasar sua frustração com o esporte bretão.

Svslokysnsd morreu em 1994, depois de ser espancado por um grupo de flanelinhas revoltados, mas suas últimas palavras, dirigidas à Kek, jamais foram esquecidas.

“Lembro como se fosse hoje de Svslokysnsd olhando para mim e dizendo: ‘vem me ajudar que eu vou levar um cacete’. Infelizmente, achei que ele estivesse brincando e dei as costas para ele e 350 freelancers das ruas, que o reduziram a uma massa disforme” disse Kek em suas memórias.

Questionado sobre sua estratégia, Kek confessou que pretende jogar fechado, com reforço da defesa, exceto quando o time estiver em campo.

Extremamente supersticioso, Kek tem o hábito de não falar com a imprensa da Tchecoslováquia, com padres calvos e nem com os jogadores de seu time, com quem se comunica através de inventivas mímicas.

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4 Respostas para “Copa do Mundo: Eslovênia Já é a Campeã Moral

  1. Pingback: A Eslovênia e a Jabilani « Renzo Mora

  2. 1- Tchecoslovaquia é um país que já não existe há 17 anos.

    2- Esse país dividiu-se em Eslováquia e República Tcheca. A Eslovénia vem da antiga Jugoslávia…

    PS: Rever as aulas de história

    • Tiago:
      Talvez por isso o técnico se recuse a falar com jornalistas oriundos da região.
      Já a implicância com padres calvos permanece sem explicação.
      Abraços
      Renzo

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