“Bernie” Madoff avaliza candidatura de Bin Laden à Presidência.

Imagine como seria ridículo o fraudador Bernard Lawrence “Bernie” Madoff, responsável pelo desvio de 50 bilhões  de dólares, tornar-se o avalista da candidatura de Osama bin Laden, o terrorista, à presidência de um país.

Parece uma piada, certo?

Alguém que perverteu o sistema financeiro a seu favor ser a âncora de credibilidade de um terrorista.

Nem tanto.

Aqui no bananão, Antônio Palocci, o criminoso afastado do cargo pelo crime de quebra ilegal de sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos, seu acusador na CPI dos Bingos, está no núcleo central da campanha da terrorista Dilma Rouseff.

Pior ainda: Se eleita, Dilma colocará Palocci na Casa Civil (enquanto em um país minimamente sério ele estaria na cadeia ao invés de ser a garantia de que a conversão do PT às regras do mercado era para valer.)

Só para constar: “A ministra Dilma Rousseff foi militante do Colina e da VAR-Palmares,  ambas organizações clandestinas que escolheram a luta armada na luta contra a ditadura militar. Reportagem da Revista Veja ,de 15/01/03, contou um trecho dessa história:” No atual governo, há dois ex-guerrilheiros com posto de ministro de Estado. Um é o ex-presidente do PT, José Dirceu, ministro da Casa Civil, cuja trajetória política é bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar, recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar às escondidas para o Brasil, submeteu-se a uma cirurgia plástica no rosto para despistar a polícia. O outro integrante do primeiro escalão com passagem pela guerrilha contra a ditadura militar é a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia — mulher de fala pausada, mãos gesticuladoras, olhar austero e passado que poucos conhecem. Até agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da década de 60. Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militância armada muito mais ativa e muito mais importante. Ela, ao contrário de José Dirceu, pegou em armas, foi duramente perseguida, presa e torturada e teve papel relevante numa das ações mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil — o célebre roubo do cofre do governador paulista Adhemar de Barros, que rendeu 2,5 milhões de dólares”.

Marta Suplicy, conhecida pelo tato e pelo bom senso no uso das palavras (“relaxa e goza” é um de seus clássicos) introduziu no debate político a atuação do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) contra os militares e afirmou que “ele sim sequestrou”.

Ou seja, a posição do PT parece clara: Dilma é uma terrorista. Mas não é a única.

Ela roubou mas não sequestrou (Sou só eu ou há um perfume do “estupra mas não mata” do Maluf nesta argumentação?).

Sugestão gratuita para o comitê de Dilma melhorar sua imagem: “Sim, ela é terrorista, mas pelo menos não esteve envolvida no 11 de Setembro”

Dilma Rousseff interpreta Norma Bengell no site da ministra

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