Bussunda por Fiuza

Cruzei com a intrépida troupe do Casseta e Planeta uma vez só, quando fui dar minha entrevista ao Jô Soares. (Me fale de atrações difíceis de seguir…)

Mas já os acompanhava há tempos, principalmente através do jornal “Planeta Diário”.

Mais tarde, virei fã do TV Pirata, estrelando as coxas da Cláudia Raia (em seu auge, antes da mania de magreza da estrela. Na verdade, descobri as coxas da Cláudia Raia em sua estreia, em Chorus Line, mas isso é outra história ), as coxas da Débora Bloch e, sim, os textos deles, no meio de uma incomparável reserva de talentos.

“Bussunda, A Vida do Casseta”, do Guilherme Fiuza, vai além da vida do personagem e nos coloca nos bastidores de um dos momentos mais ricos e felizes do humor brasileiro – e  que até hoje não foi reprisado.

O livro é uma delícia e os episódios privados da turma competem em comicidade com os melhores quadros que eles escreveram (Bussunda, antes da fama, levando uma dura da polícia rodoviária: “Cadê a maconha?” “Tamos indo comprar em Petrópolis” “Não vai comprar nem em Petrópolis, nem em Teresópolis nem na Puta Que Pariu” “Sim, senhor, não vamos comprar em nenhum desses lugares”).

Como Fiuza, o autor, chegamos a ficar com saudades de um cara que infelizmente não chegamos a conhecer pessoalmente.

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