Ecologia e a Arte Perdida

“…um buraco apropriado é de grande importância, não apenas para evitar desastres, mas para prevenir que as doenças se espalhem e para facilitar a decomposição. O capítulo dois é inteiramente dedicado aos buracos. Mais coisas que você pode e não pode fazer enquanto estiver defecando na floresta tornar-se-ão mais claras ao examinarmos o caso de Charles. Ele tem uma noção muito clara sobre roupas e defecar na floresta… é desnecessário dizer que ele caminha para bem longe do acampamento e de trilhas até um lugar em que ele se sinta seguro para remover suas vestes e relaxar… ele cava seu buraco no lado oposto da visão e…”
Este é um trecho – inteiramente grátis – do livro “How to Shit in the Woods: An Environmentally Sound Approach to a Lost Art”, escrito por Kathleen Meyer.
A tradução é “Como – bem… defecar não é exatamente o termo, pense no sinônimo mais vulgar e corriqueiro – na floresta: Uma abordagem clara e ecologicamente correta de uma arte perdida”
O livro apareceu na edição nacional da MAXIM brasileira deste mês e eu pensei que fosse uma invenção das mentes delirantes que editam a revista.
Mas não: o livro não apenas existe como pode ser comprado na Amazon por menos de 9 dólares.
Para você que é chegado em acampamento, exploração, natureza e em deixar sua marca no campo, leitura obrigatória.
Eu passo, já que dedicarei os próximos meses a encontrar o Padre Pinto.

Uma resposta para “Ecologia e a Arte Perdida

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