Grande Concurso Frankie Brown, O Detetive Taxidermista

Depois de horas desenvolvendo as nuances da personalidade de meu personagem, Frankie Brown, O Detetive Taxidermista, sinto um certo esgotamento criativo.

A riqueza de seu raciocínio, a enorme variedade de personagens e cenários, a complexidade de seu processo dedutivo, tudo isso me exauriu.

Por isso, lanço o grande concurso “Frankie Brown, O Detetive Taxidermista”

Crie uma história com a personagem e ganhe:

1 – A possibilidade de publicação neste blog

2 – Meus melhores votos de boa sorte e prosperidade

Coloque sua história nos comentários.

Talvez eu leia. Se a história for boa, provavelmente vou me apropriar dela e publicá-la como se fosse minha, sem dar créditos. Não tenho data para divulgar o vencedor e não há garantias de reconhecimento público do autor.

A participação no concurso não exclui a possibilidade de processo por direitos autorais por parte de Renzo Mora, proprietário intelectual da personagem.

Participe.

Você não tem nada a perder.

Muito menos a ganhar.

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4 Respostas para “Grande Concurso Frankie Brown, O Detetive Taxidermista

  1. Saio da mina para a manhã nublada de Londres.

    “Era o queríamos saber” diz Lloyd, que se despede de mim como Billy Eckstine lendo o diário de uma adolescente obcecada com tribos australianas

    “Sim” digo com clareza, tirando a gaita de fole do casaco e tocando “El dia em que me queiras”.

    “Tem certeza, Frankie?” pergunta o inspetor Lloyd diante da biblioteca empoeirada da família Collins, onde destacam-se as obras autografadas de Adelaide Carraro.

    Lloyd me acompanha até a cozinha, onde os peritos param de dançar mas permanecem abraçados no salão, como se a música fosse ser reiniciada a qualquer momento.

    “Chega, Lloyd”, ordeno com a voz firme, tirando as polainas e fazendo uma pequena dança havaiana.

    “Venha comigo” responde Lloyd na mansão de Lady Collins, herdeira de barões que fizeram fortuna construindo bonecos de ventríloquos.

    Lloyd saúda minha chegada como de hábito, dizendo sem a menor hesitação: “Frankie, ela está morta”

    Embora seja taxidermista profissional, para na porta e vejo o Rolls Royce que servia à Lady Collins. Ele está imóvel, o que é bom, já que não há ninguém dentro dele.

    A Scotland Yard sempre pede meu apoio em casos de grande repercussão, com seus peritos que interrompem a coleta de digitais e começam a dançar cheek to cheek.

    Entro no castelo decorado com pinturas renascentistas, datadas de 1970, guardando as maracás na pasta de couro. Os peritos olham a cena com tristeza, guardando o pano vermelho e o touro que os acompanhava.

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