A Década do Cinema Brasileiro

Marco Antônio Fiorito, brasileiro, morador da Vila Clementina, em São Paulo – endereço pouco relacionado com as artes em geral (e com a sétima arte em particular) – é o cineasta que definiu os “Aughts”, como a garotada americana está chamando a década de 2000 a 2009.

Para tanto, contou com o apoio valioso do diretor Marco Villanova – é difícil determinar onde começa o trabalho de um e começa o do outro.

Fiorito, cineasta autoditada, produziu a única peça cinematográfica citada tanto na Vanity Fair (USA) quanto na Maxim (USA) como uma das marcas da década.

Talvez James Cameron, com ‘Avatar’, defina a década que está começando, mas Fiorito, com a obra 2 Girls, 1 Cup, colocou o cinema brasileiro no mapa cultural do planeta.

 

“Lula, o Filho do Brasil”, dirigido por Fábio Barreto, pode até ser mais escatológico e repulsivo, mas em termos de repercussão, não é páreo para a desde já imortal obra de Fiorito.

 

Críticos obcecados com significados ocultos já tentaram ver na ação das atrizes Karla e Latifa uma metáfora da situação do povo brasileiro – econômica, social ou cultural.

Mas o fato é que os autores criaram apenas uma história de amor que se alimenta das entranhas da paixão – daí seu apelo universal .

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