A Verdadeira História da Queda do Muro de Berlim

A história do mundo divide-se entre antes e depois da queda do muro de Berlim.

Claro, há aqueles que dizem que a história divide-se entre antes e depois da construção do muro.

E, finalmente, há aqueles que dizem que a história do mundo divide-se entre antes e depois da discussão sobre qual o marco zero do antes e depois: a construção ou a queda do muro.

Muitos discutem se a queda do muro não seria um fator econômico, reflexo do esgotamento do modelo comunista.

Mas José de Castro, pedreiro português, acaba de lançar o livro “O Desestruturalismo do Muro”, no qual defende que a queda do muro deveu-se à má qualidade do material empregado em sua construção.

“Eu avisava a alemãozada que aquela porra daquele cimento não ia segurar aquele troço, mas ninguém me ouvia. Eu falava: ‘Tu queres que esse troço dure 20 anos e usa cimento de segunda, ó pá’. Deu no que deu.”.

Castro, que participou da construção original, disse ter alertado os empreiteiros: “Vocês ficam me apressando depois num venham me reclamar se esse troço desabar”

Depois de revoltar-se quanto às fundações materiais do embasamento do muro, Castro exilou-se no Brasil, onde foi mestre de obras de Sérgio Naya e tomou parte da construção do edifício Palace 2.

Na foto, José de Castro (à esquerda) reclama pela enésima vez do material empregado no muro. Atrás, os soldados riem das queixas do pedreiro.

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