40 Anos da Farsa do Pouso na Lua

A prova da fraude: As sombras em direções divergentes e, ao lado da suposta Nave, uma garrafa de Coca Cola pela metade, mesmo que na Lua não houvesse lanchonetes em 1969.

O documentário DARK SIDE OF THE MOON mostra que o pouso do homem na Lua foi uma farsa, montada pelo governo Americano, então presidido por Richard Nixon.
O autor das imagens foi Stanley Kubrick e a farsa foi filmada em Borehamwood, Reino Unido, no mesmo estúdio onde Kubrick filmou 2001: Uma Odisséia no Espaço.

Mais provas irrefutáveis: Edwin Aldrin ao lado de uma experiência do Vento Solar.
As sombras deveriam estar paralelas nas fotos, mas não estão.
Além disso, Aldrin ri histericamente dentro do uniforme, como se dissesse “enganamos eles”

O que muita gente ignora é que Kubrick não foi o primeiro diretor sondado para produzir o filme.
De fato, Nixon chegou a procurar Blake Edwards, que vinha do sucesso “Um Convidado Bem Trapalhão”, mas houve divergências criativas.
Almeida de Almeida, poeta e biógrafo de Edwards, disse que o diretor tinha uma visão de que o pouso deveria ser uma peça de entretenimento para atrair o público.
Sua idéia era que Peter Sellers interpretasse o astronauta que pisa na lua e incorporasse um pouco de “humor físico” à trama.
No roteiro elaborado por Edwards, Sellers tropeçaria logo no primeiro degrau e enterraria a bandeira americanano pé.

Logo depois viria Marcel Marceau, o mímico francês considerado o artista mais chato do século, que tropeçaria em Sellers e rolaria pelo solo “lunar” em câmera lenta, para logo depois apresentar seu número do “mímico preso em uma caixa invisível – só que desta vez na Lua”

Slim Pickens, que interpretou o Major T. J. “King” Kong no filme Dr. Strangelove, de Kubrick, ao lado de Sellers, seria o terceiro homem na lua e iria repetir a frase que usou no filme: “Kit de Sobrevivência, OK. Nele você encontra um revólver calibre 45., duas caixas de munição, ração de emergência para quatro dias, um medicamento com antibiótico, morfina, vitamina, pílulas para dormir, pílulas tranquilizantes, um livro com frases em russo, uma Bíblia, cem dólares em rublos, mil dólares em ouro, nove pacotes de goma de mascar, três pares de meias femininas. Cara, dá para passar um belo fim de semana em Vegas com essas coisas todas”

Edwards argumentava que a frase era muito mais divertida do que a usada por Neil Armstrong, “Um pequeno passo para o homem, um grande passo para a eternidade”. “Além de ser piegas, usa duas vezes a palavra passo” irritou-se Edwards.

Foram estas divergências que levaram a NASA a trocar Edwards por Kubrick, que também foi tolhido em suas iniciativas.
“Não quero porra nenhuma de feto voando, nem de monólito na Lua. Ninguém vai entender porra nenhuma”…

… declarou Nixon em sua reunião de pré-produção com Kubrick, que lamentou depois que “o filme ficou muito aquém do que a gente podia ter feito”.

Mas Nixon provou estar certo quando Kubrick usou estas ideias em seu filme 2001 e – como o presidente previu – ninguém entendeu picas.

Kubrick enviou uma carta classificada como confidencial a Nixon, onde reconhecia: “Dick: Você estava certo. Essa ideia de bebê voando é uma merda. Preciso parar com a maconha – pelo menos antes de filmar”

Kubrick e Nixon tornaram-se amigos e o presidente pode ser visto em uma aparição não creditada como um dos presentes na festa do hotel em “O Iluminado”.

Nixon aparece no canto superior direito, de costas, com a foto de uma máquina de pipocas na mão esquerda.

Buzz Aldrin junto à bandeira dos EUA tremulando na Lua, onde não existe vento. Fora isso, um oficial graduado dos Estados Unidos perceberia que a bandeira está ao contrário (pegamos eles…)

10 Respostas para “40 Anos da Farsa do Pouso na Lua

    • Caralho, Shark: Não tenho a menor ideia – até porque este site não registra o e-mail de ninguém.
      Abraços
      Renzo

  1. Caríssimo senhor Renzo Mora,

    Sinceramente, eu ainda não sei porque o senhor ainda publica uma notícia desta. Qual a finalidade? Descobriu sozinho que o homem ainda não foi a lua ou é simplesmente para ter um minuto de atenção?
    Eu poderia perder um minuto do meu tempo e destruir sua tese com apenas uma pergunta: Quem garante que estas são as fotos oficiais do homem na lua? Quem me garante que não foi feita mais fotos em studios aqui na terra?
    É muito triste e desagradável no mundo de hoje, século XXI ainda lermos algo assim. Eu penso que a falha disto tudo é apenas na vossa educação. Faltou algo na tua escola. Reclame isto.

    Desde já, agradecida por também perder este minuto.
    Ana Carolina.

    • Ana:
      Concordo plenamente.
      As deficiências em minha educação ficam cada dia mais evidentes.
      Se me permite, usarei sua mensagem como peça adicional no processo que estou movendo contra todas as escolas que frequentei.
      Obrigado pelo alerta.
      Forte Abraço,
      Renzo Mora – O Analfabeto

      • Que interessante, não sabia da existência de escolas cujo currículo contempla teorias conspiratórias. Poderia citá-las, por favor?

        Obs: seria bom citar fontes. Geralmente aprende-se isto na escola.

      • Todos os fatos que mencionei estão fortemente amparados em documentos inquestionáveis. Em 1976, Nixon lançou um livro onde contava suas aventuras como figurante do Kubrick (“isto é muito mais divertido do que ser presidente” disse Nixon, na sala de maquiagem).
        Peter Sellers, em diversas entrevistas, disse (enigmaticamente): “Blake Edwards seria muito melhor para promover o pouso na Lua”. Convidado a expandir o tema, costumava dar as costas e tomar chás de camomila.
        A Brown University, em 1984, promoveu o curso “Teorias Conspiratórias: Ficção ou Delírio”, no qual uma de minhas teorias já expostas neste blog, a de que Ênio matou JFK, foi discutida.
        Dado o caráter de confidencialidade que cerca temas tão polêmicos, o local e data não foram divulgados, o que limitou a presença a duas pessoas, uma delas perdida pensando estar na cantina (e que atrapalhou o seminário perguntando insistentemente onde comprava Coca Cola).
        Eis os fatos.
        Eis as fontes.
        Eis a verdade, Márcio.
        O livro que lancei detalhando o assunto foi abduzido por extraterrestres (os mesmos que mataram P C Farias), mas estou em adiantadas negociações para recuperá-lo.
        Forte Abraço
        Renzo

  2. O presidente Nixon, que teria forjado o pouso do homem na lua com o auxílio de Kubrick, lançou também um livro revelando que tudo não passava de engodo, com detalhes de bastidores? Que vacilo, hein! Tem o nome desse livro?

    O ator Peter Sellers diz abertamente em várias entrevistas que preferia Blake Edwards a Stanley Kubrick para a promoção do pouso na lua, e depois se esquiva de maiores explicações?

    Pelo nome do curso oferecido pela Universidade Brown em 1984 (“Teorias Conspiratórias: Ficção ou Delírio”), pareceu-me que ela não se posicionou a favor de conspiracionismos, já que limitou a discussão a “imaginações” ou “sandices”… E promoveu um seminário confidencial para duas pessoas, sendo que uma delas confundiu insistentemente o auditório com uma cantina?

    É demais pra mim. Rapaz, quando você tiver novo contato com os extraterrestres que abduziram seu livro, poderia conseguir uma cópia para mim? Deve ser bastante interessante e divertido.

    Forte abraço!

    • Grande Márcio:
      O livro chama-se: “Vacilei: Como Inventei o Pouso na Lua e Orquestrei o Watergate com o apoio de Stanley Kubrick”, por Richard M. Nixon, editora do autor, 1984. O prefácio era para ser escrito por Peter Sellers, mas ele saiu para tomar chá de camomila e não apareceu mais.
      Alguns dizem que ele estava perdido na Brown University procurando pela cantina para tomar uma coca cola e entrou em um seminário por engano, o que atrapalhou a redação da peça.
      Renzo

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