Kill Diana

Duas perguntas permanecem no ar sobre a morte da Princesa Diana:

1 – Quem matou Diana?

2 – Quem liga para isso?

Se você, por razões ignoradas, tem algum interesse nisso, existem duas teorias: Células desgarradas do Serviço Secreto Britânico foram montadas para matar Diana ou houve uma campanha oficial, conduzida pelo MI6, com o OK das autoridades inglesas.

Por que perder tempo matando Diana?  

Os agentes do MI5 (Segurança Nacional) ou do MI6 (Segurança Internacional) entenderam que ela era uma ameaça à estabilidade do trono ou por medo de que ela se convertesse ao islamismo (já que Dodi era devoto do Islã) e isso poderia afetar seus filhos (e sucessores da coroa)

Tudo isso está detalhado neste site, incluindo as “pistas”.

Eu, que estou pouco ligando para Diana, apresento a vocês um filme que pode ter origem nessa trama.

Depois de falharem em Paris, Diana escapa com vida e vai comemorar o fato em uma praia da Sardenha.

Por razões desconhecidas, depois de escapar do atentado, ela começou a praticar artes marciais (talvez por perceber que seus guarda-costas não eram grande coisa)  e ficou mais gostosa (bem mais, incluindo uma traseira reforçada – embora o nariz – sempre o ponto mais fraco da princesa do povo – continue meio estranhinho).

Agentes do MI6 pedem a cooperação de agentes do Serviço Secreto Japonês, especialistas em camuflagem, que decidem levar a cabo o assassinato.

Mas estes agentes nipônicos, treinados na mortal arte do karatê-kanguru, não sabem que Diana agora é uma ninja.

Eu veria este filme – e desconfio que os Senhores Felipe Guerra, Ronald Perrone e Kurt Breichen não me deixariam sozinho no cinema…

3 Respostas para “Kill Diana

  1. Hahahaha. Eu com certeza veria esse filme! O nível da filmagem, da trilha sonora (?) e das cenas de ação me deixou com a impressão de que era uma típica produção do “mestre” (sim, é ironia) Godfrey Ho, e pelas informações no YouTube é isso mesmo. O cara é rei!

  2. Mestre Ho era mesmo um gênio. É só reparar nesta magistral sequencia que o Mora nos apresentou. A forma como o diretor posiciona sua camera para filmar o corpo em relação ao espaço/tempo, principalmente no plano detalhe dos peitos da atriz antes do movimento de deitar, é fenomenal. Poucos diretores são tão sensíveis desta maneira.

    Fora que este filme é um belo exemplar do subgênero “vampiros saltitantes” (não, não é ironia), muito comum nos cinema oriental dos anos 80. Recomendo o clássico Mr. Vampire!

    OBS: E não perderia uma sessão de cinema destra tralha maravilhosa por nada neste mundo!

    Abraço!

  3. Fantástico. Qualquer coisa que eu diga será redundante. Só posso acrescentar que o fato de mais de 60% do clipe ser dedicado à mocinha passando creme e flexionando o corpo nas mais diversas e fascinantes posições deixa patentes as prioridades do genial cineasta. E vampiros orientais saltitantes são fortes concorrentes ao prêmio de “negócio mais massa da história da humanidade”. Contem com minha presença.

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