15 anos sem Jacqueline Kennedy – e uma pequena indiscrição

Hoje, 19 de maio, o mundo relembra precisos 15 anos da morte de Jacqueline Lee Bouvier Kennedy Onassis.
Encarnação da classe, da sofisticação, da… (inserir aqui os clichês tradicionais que hoje eu estou meio sem saco), Jackie aparentemente não era muito chegada nas “obrigações conjugais” (o que deve ter atrapalhado um pouco seu relacionamento com o notoriamente priápico John F. Kennedy).
Gay Talese, em seu livro “Vida de Escritor”, conta que o romancista John Phillips Marquand foi o responsável pela primeira vez de Jackie, nos primeiros anos da década de 1950.

John Marquand

John P. Marquand

“Marquand me contou… que quando ele e Jackie transaram pela primeira vez num hotelzinho da Rive Gauche, ela olhou dentro de seus olhos e perguntou com assombro, naquela vozinha sussurante de menina: “É isso??”” escreveu Talese (na página 99 de seu livro, para quem quiser conferir).

Aparentemente, depois deste desapontamento inicial, Jackie nunca chegou a se interessar muito pelo esporte, deixando o marido presidente livre boa parte do tempo para suas… bem, “indiscrições” com milhares de acompanhantes eventuais.

O estilo speedy gonzalez do presidente pode ter sido outro fator para desinteressar a moça.

As fotos abaixo, de  Jacqueline Onassis nua, teriam rendido para o  paparazzi Ron Galella  $ 1,200,000 e foram tiradas em  1970, mostrando que ela tinha o equipamento mais que adequado para a prática do esporte, o que faltava era disposição para uso.

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13 Respostas para “15 anos sem Jacqueline Kennedy – e uma pequena indiscrição

  1. Olá Renzo, J.Kennedy não era bonita, nem feia, mas tinha um charme extraordinário.
    Ela se destaca. Despertava uma atração que ultrapassava o normal.
    A beleza não era comum nem mediana…
    Abraço
    Sávio.

    • Sávio:
      Se eu fosse um daqueles machistas cafajestes, diria que ela era a perfeita encarnação da velha frase “quem gosta de homem é viado – mulher gosta é de grana…”
      Abração
      Renzo

  2. rs…. ai ai, renzo disse tudo.
    acho ela linda.
    qdo eu era criança, morava nos eua e lá li ”young love”, de edward klein.
    de acordo, na primeira vez dela, ela tinha 19 anos. foi na época que ela morou na frança, longe da familia…. longe dos olhos vigilantes dos pais…. começou a sair pras ”baladas” (rs, ”danceterias” na época), namorar, fumar…. tudo sem a pressão de ser a filhinha do papai, dar satisfações, obedecer….. enfim, tava virando gente grande. rs e nesse pique transou com o cara, mais pra se sentir moderna (transar antes de casar), adulta….. vontade de adolescente, inexperiência, as vezes um cara meio fraco…. tudo isso pode ter resultado em stress pós traumático na vida adulta. kkkkkk
    beijos

  3. ah…. e eu desenterrei o post de dois anos atrás porque amanhã começa ”os kennedys” no a&e…. rsrsrs
    desde pequena ouvia meu pai (american and very proud of it) que o kennedy foi o melhor presidente dos eua….. que foi um grande homem etc…. que fui ensinada a admirá-lo. depois de maiorzinha fui estudar e apesar de algumas decepções normais, continuo admirando.
    um beijo

  4. ahahaha rsrs não, a minha foi bem diferente! rsrs
    (porém não muito melhor, se couber dizer….)
    enfim…. é o que sei dela.
    agora adulta, só não tenho a riqueza e o marido poderoso da jackie. rsrs
    beijos

  5. deu uma melhorada, acho que a tendência pra todo mundo é melhorar….. ou ela não tentou com vontade (trocadalho), ou era frígida mesmo.
    ai ai….
    beijo, adorei teu blog 😉

  6. Gostei do Blog e do papo acima. rsrsrsrsrs
    Mas acho que o “cara” devia ser meio “fraquinho” e o Kennedy estava mais pra um homem que precisava de tratamento para compulsão sexual. rsrsrsrsrsrs

    • Andrea:
      Quem precisa de tratamento para compulsão sexual é pobre. Quando vc é um Kennedy, dá para ir resolvendo dia a dia…
      Renzo

  7. Pelo jeito o tal do Marquand não entendia bem do riscado. A primeira experiência da moça foi uma verdadeira desgraça, e depois ela casa com o ligeirinho (o sujeito deve ter sido um galo em outra vida). E ainda por cima de uma família que só não caia de podre porque tinha muito dinheiro.
    Aí entra o grego na história. Baixinho, feio, pé-de-mesa (publicaram fotos dele também – se não tinha retoques, Deus me livre, o cara era um jumento) e prá lá de milionário. Mais um rico, famoso e bronco.
    Não tem como dar certo uma história dessa.
    Ainda assim confirma-se o que disse Norman Mailer, foi mais que uma mulher, foi um mito, um arquétipo.
    Que repouse entre os deuses do Olympo.

  8. E só complementando, parece que tudo em torno dessa mulher cheirava a desgraça.
    Marido assassinado, cunhado assassinado, cunhada louca, sobrinhos drogados, enteado morto em acidente, enteada profundamente infeliz e decepcionada com a vida ( e ainda por cima foi morrer na Argentina!!!), e o filho morre num acidente aéreo perfeitamente evitável, e em companhia de uma víbora …
    É muita desgraça para uma criatura só.
    Perto disso o seriado Dallas (o original) é conto de fadas!

  9. Para a época a beleza da Jacqueline despertava paixões…
    Podia ter muitos homens mais interessantes que o horrendo Onassis,
    para ela no entanto valeu o dinheiro… e acho que por isto perdeu todo o respeito que ela poderia ter depois de ser a 1° dama!
    Com certeza ela não serviu de exemplo.

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